Faltam 9 dias para eu embarcar para os Estados Unidos e uma triste realidade me aflige: muito pouco está preparado para a viagem. Pelo menos o mais importante de tudo está pronto, o visto americano.
Além do visto, tudo o que está pronto é o item vestimentas. A previsão deste fim de ano em Nova York é de neve, afinal, no final do outono da parte superior do hemisfério norte a temperatura provavelmente estará perto, ou abaixo ou pouco acima, do 0 ºC. Investi em um casaco com revestimento interno removível, luvas de couro, gorro, cachecol, meias grossas, botas de cano alto (mas esportivas) e as aprazíveis ceroulas. Sim, tive comprar ceroulas, pois o frio que espero (tomara que aconteça mesmo, devido ao investimento e ao desejo de ver neve) pede que minhas pernas tortas estejam muito bem revestidas.
A neve provavelmente será o maior atrativo da minha viagem. Como brasileiro nato e interiorano - não no sentido de roceiro (e não tenho nada contra eles), mas no sentido de ter nascido em uma região razoavelmente quente de um país tropical - vejo-me tentado a conhecer algo que só vejo em filmes, televisão ou fotos de outrem. E muita gente já me encomendou um pouquinho de neve para verem como é. Até voltar de Nova York tenho que pensar uma forma avançada para conseguir atender a esse pedido de amigos.
Outro atrativo é que, se o Papai Noel é mesmo daquele jeito consagrado pela Coca-cola - com barba grande, casaco vermelho pesado e botas -, vou ver uma versão um pouco mais autêntica dele. Todo fim de ano - excluindo minhas considerações de que o Natal acabou se tornando um evento mais comercial do que religioso - penso por que ninguém até hoje tropicalizou o bom velhinho.
Voltando ao quesito organização, nem as malas para colocar as coisas arrumei ainda. E a total falta de organização me levou à perda da oportunidade de adquirir dólares enquanto ainda estavam baratos - há 10 dias a moeda do Tio Sam era R$ 1,76; hoje ela está apenas uns míseros 10 centavos a mais, o que não é nada pouco, é só fazer as contas.
Mas minha maior preocupação no momento é a Aduana. Sou daquelas pessoas que não gosta de fazer picaretagem. Portanto, se eu fizer compras no exterior, ou venho com os US$ 500 aos quais tenho direito ou pago ao fisco. Eis o grande problema: quanto se paga ao "Leão".
Além do visto, tudo o que está pronto é o item vestimentas. A previsão deste fim de ano em Nova York é de neve, afinal, no final do outono da parte superior do hemisfério norte a temperatura provavelmente estará perto, ou abaixo ou pouco acima, do 0 ºC. Investi em um casaco com revestimento interno removível, luvas de couro, gorro, cachecol, meias grossas, botas de cano alto (mas esportivas) e as aprazíveis ceroulas. Sim, tive comprar ceroulas, pois o frio que espero (tomara que aconteça mesmo, devido ao investimento e ao desejo de ver neve) pede que minhas pernas tortas estejam muito bem revestidas.
A neve provavelmente será o maior atrativo da minha viagem. Como brasileiro nato e interiorano - não no sentido de roceiro (e não tenho nada contra eles), mas no sentido de ter nascido em uma região razoavelmente quente de um país tropical - vejo-me tentado a conhecer algo que só vejo em filmes, televisão ou fotos de outrem. E muita gente já me encomendou um pouquinho de neve para verem como é. Até voltar de Nova York tenho que pensar uma forma avançada para conseguir atender a esse pedido de amigos.
Outro atrativo é que, se o Papai Noel é mesmo daquele jeito consagrado pela Coca-cola - com barba grande, casaco vermelho pesado e botas -, vou ver uma versão um pouco mais autêntica dele. Todo fim de ano - excluindo minhas considerações de que o Natal acabou se tornando um evento mais comercial do que religioso - penso por que ninguém até hoje tropicalizou o bom velhinho.
Voltando ao quesito organização, nem as malas para colocar as coisas arrumei ainda. E a total falta de organização me levou à perda da oportunidade de adquirir dólares enquanto ainda estavam baratos - há 10 dias a moeda do Tio Sam era R$ 1,76; hoje ela está apenas uns míseros 10 centavos a mais, o que não é nada pouco, é só fazer as contas.
Mas minha maior preocupação no momento é a Aduana. Sou daquelas pessoas que não gosta de fazer picaretagem. Portanto, se eu fizer compras no exterior, ou venho com os US$ 500 aos quais tenho direito ou pago ao fisco. Eis o grande problema: quanto se paga ao "Leão".
Assim que chegar ao Aeroporto Internacional - o de Guarulhos, pois olhando o quadro de horários de Confins vemos apenas um ou outro vôo para a América do Sul - devo procurar algum agente da Receita para indagar sobre tal dúvida. Bandeira? Não, prudência. Assim, ao comprar algo nos Estados Unidos vejo o preço mais impostos para ver se compensa comprar. Quase tudo no exterior é mais barato que no Brasil, mas tenho que considerar os impostos.
Nos próximos dias buscarei acrescentar textos ao blog, tentando transformá-lo em um diário de bordo. Mas, como a viagem está "super organizada", não sei se terei internet disponível para atualizá-lo diariamente nos país da Nova Amsterdã ou Grande Maçã ou Cidade que Nunca Dorme ou Capital do Mundo; pode escolher o apelido.
